Encontro de Presidentes de Sindicatos discute política em Patos de Minas

Presidentes de Sindicatos de Produtores Rurais das regiões do Triângulo Mineiro, Noroeste de Minas e Alto Paranaíba participam no próximo dia 19 do Encontro Regional em Patos de Minas.

O objetivo do evento é fortalecer o Sistema Sindical Patronal Rural de Minas Gerais com ações políticas que busquem para os próximos anos condições favoráveis à produção e geração de renda na área rural.

“Não podemos mais aceitar em plena entressafra a queda no preço do leite, as dificuldades em encontrar preço compatível ao custo de produção para o milho e soja, além de garantirmos aos nossos produtores a segurança de plantar e não correr o risco de perder tudo que construiu ao longo de sua vida e isso só acontece se tivermos um seguro justo para o setor”, desabafa Amauri Rezende Junqueira, presidente do Sindicato Rural de Prata e do Núcleo dos Sindicatos do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas.

O evento será promovido pela FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais que busca junto aos Sindicatos um posicionamento com relação às eleições para Deputados Federais e Estaduais, bem como para Presidente da República, Governador e Senador.

“A FAEMG é conhecedora dos nossos problemas e uma ação política forte é o que estamos precisando nesse momento para ganharmos força no próximo Governo, e a capacidade de diálogo e força já demonstrada pelo presidente da entidade Dr. Roberto Simões já nos deu um novo cenário nos últimos anos”, afirmou Romes Gouvea Bastos, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Ituiutaba.

“Temos que parabenizar esse importante trabalho da FAEMG que se preocupa com a formação da nova Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa e Senado Federal, e a proposta é termos nessas casas de Lei pessoas compromissadas com o setor rural”, concluiu Romes.

Panificadores terão curso em Capinópolis

O Sindicato dos Produtores Rurais de Capinópolis em parceria com o SENAR MINAS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural estarão realizando em Capinópolis neste mês de agosto dois cursos de suma importância para quem quer melhorar a renda familiar.

O primeiro é voltado para uma das profissões que mais tem aberto vagas no mercado de trabalho, panificador. O Curso de Produção Artesanal de Alimentos (Panificação) será realizado de 10 a 13 de Agosto. Neste curso o aluno irá aprender a fazer deliciosas receitas de pães, roscas, bolos, biscoitos, pão de queijo, tortas, broinhas, entre outros.

O outro curso ajuda muitas famílias a aumentarem a renda sem sair de casa. O curso de Artesanato em Tecidos (Bordados com Sianinha e Fita) será realizado entre os dias 16 e 19 de Agosto. Neste curso o aluno vai aprender a fazer lindos bordados com Sianinha e fita.

As inscrições podem ser feitas no Sindicato dos Produtores Rurais de Capinópolis, cujas vagas são limitadas e os cursos são gratuitos.

Mais informações pelos telefones 3263-1719 ou 9973-4599.

Cursos do Senar Minas – Regional Uberaba – 02 a 07 Agosto

Iturama – SR ITURAMA – 02/08 a 06/08

Trabalhadores na Fruticultura Básica

Contato: 3411-0245

Delta – SR UBERABA – 02/08 a 04/08

Trabalhadores na Administração de Empresas Agrossilvipastoris

Contato: 3332-3777

Delta – SR UBERABA – 02/08 a 04/08

Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos

Contato: 3332-3777

Perdizes – SPR PERDIZES – 03/08 a 06/08

Trabalhadores na Inseminação Artificial de Bovinos

Contato: 3663-1110

Iturama – SR ITURAMA – 03/08 a 07/08

Trabalhadores na Operação e na Manutenção de Colhedoras Automotrizes

Contato: 3411-0245

Campo Florido – SPR CAMPO FLORIDO – 04/08 a 06/08

Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos

Contato: 3322-1344

Iturama – SR ITURAMA – 04/08 a 07/08

Artesanato de Rendas, Bordados e Congêneres

Contato: 3411-0245

Limeira do Oeste – SPR LIMEIRA DO OESTE – 05/08 a 07/08

Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos

Contato: 3453-1241

Senar Rondon leva Universitários a cidades pobres do Brasil

SENAR RONDON LEVA UNIVERSITÁRIOS PARA VER DE PERTO A REALIDADE DAS CIDADES POBRES DO BRASIL

Brasília (12/07/2010) – O Sistema CNA vai levar a cidade para conhecer a realidade do campo. No sábado (17/07), estudantes universitários de grandes instituições de ensino do país iniciam os trabalhos do Projeto SENAR/Rondon, uma iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Serviço de Aprendizagem Rural (SENAR) e do Instituto CNA. Entre os dias 17 e 31 de julho, 217 universitários das áreas de saúde, humanas, ciências agrárias e urbanismo vão visitar 10 cidades pobres do Tocantins, Bahia e Minas Gerais.

A meta é revelar a universitários urbanos a realidade de municípios pobres do interior do país. A partir dessa inserção, a CNA quer melhorar a vida das pessoas que vivem em situação de reduzida proteção social. Essas são as propostas do projeto SENAR/Rondon, que vai reunir alunos de duas universidades do Rio de Janeiro, uma de Minas Gerais e estudantes de outras faculdades do País com o objetivo de oferecer a eles oportunidades de realização de ações de intercâmbio técnico e cultural como atividade extracurricular durante as férias de julho.

O SENAR é responsável pelos cursos de formação profissional oferecidos pela CNA. O objetivo de propor a primeira incursão do Projeto SENAR/Rondon é melhorar as condições das pessoas que vivem em municípios pobres de Minas Gerais, Bahia e Tocantins. Os estudantes, por sua vez, serão apresentados a uma realidade muito diferente da que eles estão acostumados. “As pessoas precisam entender que o Brasil não é só Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. O estudante urbano precisa ser apresentado ao Brasil rural”, explicou a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu.

Para selecionar os municípios que serão visitados por estudantes, professores e representantes da CNA a partir do dia 19 de julho, foi considerada a pesquisa do Instituto Paulo Montenegro (IPM)/Ibope Inteligência, encomendada pela CNA, sobre a situação das escolas rurais. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que considera riqueza, educação e expectativa de vida ao nascer, também foi considerado para a seleção, bem como a adesão dos prefeitos ao projeto. Caberá às prefeituras oferecer alojamento aos alunos participantes.

Reunidos, esses indicadores mostram uma realidade única: assentamentos sem nenhuma estrutura, escolas com deficiências, falta de assistência médica, deficiências urbanísticas, enfim, o quadro é de abandono. “Longe das capitais, as pessoas estão desprotegidas de tudo: ativos sociais, culturais e humanos”, lamentou a senadora. É essa realidade que a CNA quer ajudar a mudar. “A CNA não se preocupa apenas com o Brasil produtor de alimentos. Nós estamos preocupados também com a responsabilidade social”, enfatizou Kátia Abreu.

O projeto começa no dia 17 de julho, quando os alunos estarão em Brasília, na sede da CNA, para palestras iniciais. Os professores que vão acompanhar os grupos chegam um dia antes, no dia 16, para uma reunião de coordenação. No domingo à tarde, cinco grupos formados por 40 estudantes seguem para os municípios. Cada grupo ficará no município por uma semana, período em que os estudantes vão “sacudir” as cidades. “Os estudantes não vão fazer turismo social. Eles vão atuar em quatro áreas cruciais para colocar em prática o que aprenderam nas universidades”, explicou a senadora.

As ações estarão focadas em quadro grandes áreas: agrária (veterinária, zootecnia, agronomia), humanas (serviço social, letras e pedagogia), saúde (enfermagem e nutrição) e urbanismo e obras (engenharia, arquitetura e patrimônio cultural). Em parceria com os municípios, os grupos avaliaram a situação das escolas e analisaram as características nutricionais das refeições oferecidas aos alunos. As crianças serão pesadas e os alunos vão conferir se as carteirinhas de vacinação estão atualizadas. As falhas diagnosticadas pelos alunos serão levadas aos coordenadores dos grupos e às autoridades locais. Resolver problemas do dia-a-dia e garantir que eles deixarão de ser uma realidade para as pessoas está na lista de prioridades.

Nas propriedades rurais, serão avaliadas as condições de produção e a saúde dos animais. Se for preciso consertar uma cerca, os alunos farão o conserto. Outra preocupação é apresentar técnicas que tornem a atividade agrícola rentável, garantindo ao agricultor que sua renda seja suficiente para a sobrevivência de sua família. Praças serão limpas e centro urbanos revitalizados. A CNA estima gastar R$ 400 mil com o projeto SENAR/Rondon. Desse total, R$ 100 mil serão gastos com transporte dos alunos.

Política em Canápolis prejudica Produtores Rurais

Muitos produtores rurais de Canápolis, principalmente os associados ao Sindicato dos Produtores Rurais se sentiram prejudicados e desrespeitados pela atitude tomada pela Prefeitura do Município.

O Sindicato, que alavancou recursos para construção e ampliação de sua sede dentro do Parque de Exposições do Município, se viu em meio a uma pressão política que acabou em processo de despejo por parte da Administração.

O fato ocorreu no final do mês de junho, quando de forma judicial a Prefeitura retirou de dentro do Parque de Exposições o atendimento do Sindicato, que teve que às pressas alugar um imóvel para o seu funcionamento.

“O projeto da sede no Parque de Exposições foi englobar num só local o Sindicato, Emater, SIAT e IMA, facilitando assim a vida do produtor rural, e nesta obra foram gastos cerca de R$450 mil, oferecendo conforto ao associado, produtores rurais e à população de uma forma geral”, disse Marcio Rezende, presidente do Sindicato.

Segundo Márcio, o Parque pertence à Prefeitura, e durante 10 anos, independente de bandeira política a entidade atuou, inclusive auxiliando sempre na realização das Exposições Agropecuária.

Segundo Amauri Rezende Junqueira, presidente do Núcleo dos Sindicatos Rurais do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas o que está acontecendo em Canápolis é um absurdo, pois existem muitos exemplos os administradores sabem reconhecer o valor dessa entidade, que sempre busca o desenvolvimento da cidade e zona rural de uma forma geral.

“Vamos olhar no vizinho Município de Capinópolis, onde o Parque é da Prefeitura e desde que foi fundado o Sindicato, Emater e Secretaria da Agricultura funcionam no mesmo local. Vamos olhar para Ituiutaba, onde foi liberado mais de R$ 500 mil para o início da construção da sede do Sindicato dos Produtores Rurais de Ituiutaba, dentro do Parque JK, que é da Prefeitura, e é onde funciona a Emater e a Secretaria da Agricultura. Esses são exemplos positivos de bom relacionamento em prol do Município, e não o exemplo negativo que está sendo dado pela Prefeitura de Canápolis”, disse Amauri.

Para os representantes do Núcleo, os produtores rurais devem se unir num momento como esse, onde há uma um trabalho regional em torno de mudanças de atitude, em que prevaleça o bom senso e o desenvolvimento, e não aceitar atitudes impensadas, politiqueiras e de tamanho desrespeito à sociedade Canapolina.

CNA – Novo Código Florestal reduzirá insegurança Jurídica no Campo

Brasília – O novo Código Florestal reduz o quadro de insegurança jurídica no campo, um dos grandes problemas da agropecuária nacional. A avaliação é da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu. O relatório com mudanças na legislação ambiental foi aprovado ontem em Comissão Especial da Câmara dos Deputados. O texto precisa ser avaliado pelo Plenário da Câmara antes de seguir para o Senado.

Ela lembrou que a questão das multas, motivo de preocupação no campo, foi solucionada no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator da matéria na Comissão Especial. Pelo relatório, produtores rurais que desmataram até julho de 2008 estão isentos de pagamento de multa. “Foi um bom avanço. O relatório estabeleceu prazo e zerou todas as multas. Além disso, foi respeitada a data do tamanho da reserva legal.”, afirmou.

Ao comentar a aprovação do relatório, a senadora lembrou que a legislação ambiental mudou nos últimos anos, o que trouxe insegurança para os produtores rurais. “Até 2000, a reserva legal era de 50%. A partir de 2000, passou para 80% na Amazônia.”, disse. Considerando a mudança, não é correto falar em anistia das multas, ressaltou a senadora. “Isso é anistiar? Isso é cumprir a Constituição.”, afirmou.

Sobre o relatório, ela disse que o texto é “o possível, não o ideal”. A senadora comemorou, no entanto, o fato de a legislação ambiental estar sendo debatida no Congresso. “Nós estamos pela primeira vez avaliando atos monocráticos. O Brasil de 850 milhões de hectares não pode ser feito por uma mão só dentro de quatro paredes.”, lembrou.

A senadora lembrou também que a manutenção da atual legislação ambiental representa queda na produção agropecuária e, consequentemente, aumento dos preços dos alimentos. Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora disse que o País tem apenas 219 milhões de hectares para a agropecuária, dos 850 milhões de hectares do território brasileiro. “O que pode acontecer daqui a 10 anos se não houver uma atualização do código. O que vai sobrar para a produção se a tendência da cobertura vegetal é aumentar? Vamos compensar onde?”, questionou.

A partir desses dados, ela lembrou que os pequenos agricultores são os principais beneficiados pelo novo Código Florestal. “São pessoas que vivem em situação de pobreza absoluta. São pessoas que têm renda de R$ 321 por mês. Essas pessoas ficaram isentas da reserva legal”, afirmou.

Ainda na entrevista coletiva, a presidente da CNA  defendeu o respeito total ao princípio da defesa concorrente, previsto no artigo 24 da Constituição, permitindo que os estados possam legislar junto com a União nas questões referentes ao meio ambiente. Este foi um dos pontos de discórdia da senadora em relação ao relatório do deputado, que não deu poder absoluto aos estados para decidir sobre as Áreas de Preservação Permanente (APPs) próximas aos rios. Ela argumentou que, com o dispositivo constitucional, caberia à União decidir sobre as normas gerais e os estados fariam suas leis de acordo com suas peculiaridades.

“Margem de rio medida em Brasília é o fim da picada. Muitas vezes o rio pode ser estreito, mas precisar de margem larga. Um rio pode aguentar plantio de margem mais curta, e há aqueles que precisam de margem mais larga. Isso nós procuramos aprender com a ciência, com a Embrapa”, justificou a presidente da CNA, citando como exemplo os rios Tocantins e Araguaia. Pelo texto final aprovado ontem na Comissão Especial na Câmara criada para discutir a reforma do Código Florestal, foi retirada dos estados a opção de reduzir a distância entre as margens dos rios e as plantações em até 7,5 metros. A redução ficou de 30 para 15 metros.

FAEMG condecora 18 pessoas e entidades

MEDALHA DO MÉRITO RURAL

Belo Horizonte, Julho 2010 – A FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais) condecorou 18 pessoas e instituições com a Medalha do Mérito Rural 2010. Cerca de 600 pessoas – entre elas o governador em exercício, Cláudio Costa, deputados e lideranças empresariais e rurais – compareceram à solenidade de entrega da medalha, na quinta-feira (8), em Belo Horizonte. Segundo o presidente da FAEMG, Roberto Simões, “a medalha representa o nosso reconhecimento e gratidão por tudo o que os nossos homenageados fizeram pela agropecuária”.

A Medalha do Mérito Rural foi instituída em 2007 e os agraciados são definidos a partir de sugestões encaminhadas à FAEMG pelos Sindicatos Rurais. O ex-ministro da Agricultura Alysson Paulinelli recebeu a Grande Medalha do Mérito Rural. Entre suas realizações destacam-se a modernização da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a ocupação econômica do Cerrado Brasileiro, a reestruturação do crédito rural e o incentivo à cafeicultura mineira. Em seu pronunciamento, Paulinelli destacou a força do campo, ”que sustenta a nação e amealha reservas”.

Foram homenageados nove produtores rurais de todas as regiões do Estado: Antônio Pontes da Fonseca (Corinto), Elenir de Souza Ferreira (Serro), Evandro do Carmo Guimarães (Muriaé), José Coelho Vitor (Passos), José Joaquim da Silva (Luz), José Ribeiro de Carvalho (Patos de Minas), Marco Túlio Paolinelli (Uberaba), Moacyr Dias Pereira (Conceição do Rio Verde) e Políbio Esteves Guedes Júnior (Itambacuri). “Estes produtores foram escolhidos não pelo tamanho da produção, mas pela importância de seu trabalho para a sociedade”, ressaltou o presidente da FAEMG.

 

Também foram condecorados cinco Sindicatos dos Produtores Rurais: Barbacena, Capinópolis, Carlos Chagas, Santo Antônio do Monte e Sete Lagoas. Na Categoria Política, foi agraciado o deputado federal Carlos Melles (DEM/MG); na Categoria Técnico-Científica, o pesquisador Artur Chinelato de Camargo, da Embrapa Pecuária Sudeste; e na Categoria Comunicação, o jornalista João Batista Olivi, do Canal Rural. Em nome dos agraciados, o deputado Carlos Melles enfatizou: “A sociedade precisa saber que o grande herói do Brasil é o produtor rural.”

Senar aplica cursos na região entre os dias 12 e 17 de Julho

Cursos do Senar Minas na Regional Uberaba, entre os dias 12 e 17 de julho:

Conceição das Alagoas – AGROCANA – 12/07 a 13/07

Trabalhadores no Cultivo de Plantas Industriais (Cana-de-Açúcar)

Instrutor: DANIEL PAIVA XAVIER – SENAR/CANA LIMPA

Mobilizadora: Juniele (3321-0720)

Limeira do Oeste – SPR LIMEIRA DO OESTE – 12/07 a 14/07

Trabalhadores na Operação e na Manutenção de Tratores Agrícolas

Instrutor: JOSÉ MAURÍCIO DE GOIS – SENAR/CANA LIMPA

Mobilizador: Vanderley Queiróz (3453-1241)

Veríssimo – SPR VERISSIMO – 12/07 a 16/07

Trabalhadores na Doma Racional de Equídeos

Instrutor: JOÃO ADOLFO RIBEIRO NETTO – SENAR MINAS

Mobilizador: Fernando Oliveira (3323-1200)

Delta – SR UBERABA – 12/07 a 14/07

Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos

Instrutor: CAIO CINTRA RIBEIRO SANDOVAL – SENAR/CANA LIMPA

Mobilizador: Adílio Junior (3332-3777)

Uberlândia – SR UBERLANDIA – 12/07 a 16/07

Artesanato de Materiais Recicláveis(Fibra de Cana-de-açúcar, Bananeira, Café e outras)

Instrutor: JAIR DIONÍSIO DE SOUZA – SENAR MINAS

Mobilizador: Osmar Peixoto (3239-2725)

Nova Ponte – SPR NOVA PONTE – 12/07 a 14/07

Trabalhadores na Operação e na Manutenção de Motosserra

Instrutor: ASCÂNIO MARIA DE OLIVEIRA – SENAR MINAS

Mobilizador: Cairo César (3356-0027)

Ituiutaba – SPR ITUIUTABA – 13/07 a 16/07

Artesanato de Rendas, Bordados e Congêneres

Instrutora: ZINAR MARIA DA SILVA RODRIGUES – SENAR MINAS

Mobilizador: Rômulo Martins e Romes Vieira (3268-2155)

Campo Florido – SPR CAMPO FLORIDO – 13/07 a 17/07

Trabalhadores na Produção de Derivados do Leite

Instrutora: APARECIDA DE LOURDES ALVES – SENAR MINAS

Mobilizador: Fernanda Medalha (3322-1344)

Conceição das Alagoas – AGROCANA – 14/07 a 15/07

Trabalhadores no Cultivo de Plantas Industriais (Cana-de-Açúcar)

Instrutor: DANIEL PAIVA XAVIER – SENAR/CANA LIMPA

Mobilizadora: Juniele (3321-0720)

Uberlândia – SR UBERLANDIA – 15/07 a 17/07

Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos

Instrutor: JOSÉ MAURÍCIO DE GOIS – SENAR MINAS

Mobilizador: Osmar Peixoto (3239-2725)

Nova Ponte – SPR NOVA PONTE – 15/07 a 16/07

Trabalhadores na Exploração de Essências Florestais

Instrutor: ASCÂNIO MARIA DE OLIVEIRA – SENAR MINAS

Mobilizador: Cairo César (3356-0027)

Conceição das Alagoas – AGROCANA – 16/07 a 17/07

Trabalhadores no Cultivo de Plantas Industriais (Cana-de-Açúcar)

Instrutor: DANIEL PAIVA XAVIER – SENAR CANA LIMPA

Mobilizadora: Juniele (3321-0720)

CNA – Novo Código Florestal reduzirá insegurança Jurídica no Campo

Brasília – O novo Código Florestal reduz o quadro de insegurança jurídica no campo, um dos grandes problemas da agropecuária nacional. A avaliação é da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu. O relatório com mudanças na legislação ambiental foi aprovado ontem em Comissão Especial da Câmara dos Deputados. O texto precisa ser avaliado pelo Plenário da Câmara antes de seguir para o Senado.

Ela lembrou que a questão das multas, motivo de preocupação no campo, foi solucionada no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator da matéria na Comissão Especial. Pelo relatório, produtores rurais que desmataram até julho de 2008 estão isentos de pagamento de multa. “Foi um bom avanço. O relatório estabeleceu prazo e zerou todas as multas. Além disso, foi respeitada a data do tamanho da reserva legal.”, afirmou.

Ao comentar a aprovação do relatório, a senadora lembrou que a legislação ambiental mudou nos últimos anos, o que trouxe insegurança para os produtores rurais. “Até 2000, a reserva legal era de 50%. A partir de 2000, passou para 80% na Amazônia.”, disse. Considerando a mudança, não é correto falar em anistia das multas, ressaltou a senadora. “Isso é anistiar? Isso é cumprir a Constituição.”, afirmou.

Sobre o relatório, ela disse que o texto é “o possível, não o ideal”. A senadora comemorou, no entanto, o fato de a legislação ambiental estar sendo debatida no Congresso. “Nós estamos pela primeira vez avaliando atos monocráticos. O Brasil de 850 milhões de hectares não pode ser feito por uma mão só dentro de quatro paredes.”, lembrou.

A senadora lembrou também que a manutenção da atual legislação ambiental representa queda na produção agropecuária e, consequentemente, aumento dos preços dos alimentos. Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora disse que o País tem apenas 219 milhões de hectares para a agropecuária, dos 850 milhões de hectares do território brasileiro. “O que pode acontecer daqui a 10 anos se não houver uma atualização do código. O que vai sobrar para a produção se a tendência da cobertura vegetal é aumentar? Vamos compensar onde?”, questionou.

A partir desses dados, ela lembrou que os pequenos agricultores são os principais beneficiados pelo novo Código Florestal. “São pessoas que vivem em situação de pobreza absoluta. São pessoas que têm renda de R$ 321 por mês. Essas pessoas ficaram isentas da reserva legal”, afirmou.

Ainda na entrevista coletiva, a presidente da CNA  defendeu o respeito total ao princípio da defesa concorrente, previsto no artigo 24 da Constituição, permitindo que os estados possam legislar junto com a União nas questões referentes ao meio ambiente. Este foi um dos pontos de discórdia da senadora em relação ao relatório do deputado, que não deu poder absoluto aos estados para decidir sobre as Áreas de Preservação Permanente (APPs) próximas aos rios. Ela argumentou que, com o dispositivo constitucional, caberia à União decidir sobre as normas gerais e os estados fariam suas leis de acordo com suas peculiaridades.

“Margem de rio medida em Brasília é o fim da picada. Muitas vezes o rio pode ser estreito, mas precisar de margem larga. Um rio pode aguentar plantio de margem mais curta, e há aqueles que precisam de margem mais larga. Isso nós procuramos aprender com a ciência, com a Embrapa”, justificou a presidente da CNA, citando como exemplo os rios Tocantins e Araguaia. Pelo texto final aprovado ontem na Comissão Especial na Câmara criada para discutir a reforma do Código Florestal, foi retirada dos estados a opção de reduzir a distância entre as margens dos rios e as plantações em até 7,5 metros. A redução ficou de 30 para 15 metros.

Produtor de Água recebe Medalha do Mérito Rural

O Sindicato dos Produtores Rurais de Capinópolis e o produtor rural Marco Túlio Paolinelli são os dois representantes da região do Triângulo Mineiro na homenagem a ser feita pela FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais, com a entrega no próximo dia 8, da Medalha do Mérito Rural 2010.

“Fizemos na Região do Pontal um grande trabalho político de aproximação da FAEMG e CNA junto aos Sindicatos e produtores rurais e os resultados foram satisfatórios, deixando de lado os protestos e agindo politicamente na busca da qualidade que no setor rural merece”, disse Paulo Henrique Fontoura, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Capinópolis.

Instituída em 2007, a medalha homenageia pessoas e instituições que tenham desenvolvido trabalho de destaque em prol do meio rural. A comenda é dividida em dois graus: Grande Medalha, para o destaque do setor; e Medalha do Mérito, para as categorias de Produtor, Sindicato Rural, Política, Técnico-Científica e Comunicação. Os agraciados foram definidos a partir de sugestões encaminhadas à FAEMG pelos Sindicatos Rurais.

Já de Uberaba vem o produtor de água, Marco Túlio Paolinelli, que foi apresentado pelo Sindicato Rural de Uberaba.

O produtor tem sua propriedade, a Fazenda Primavera, com 120 hectares, onde desenvolve o projeto que visa recuperar as nascentes e minas em áreas de preservação ambiental.

Segundo Paolinelli, antes o terreno que era acidentado e depredado, ganhou um trabalho que vem sendo feito há pelo menos duas décadas, com a construção de curvas de níveis e bolsões, aproveitando a própria chuva, evitando a erosão e criando reservatórios.

No local o empresário fez o plantio de duas espécies de árvores, embaúba e jambolão, pois ambas ajudam a aumentar a umidade do solo ao reter água e manter suas folhas durante todo ano.

Esse processo ajudou a aumentar o volume de água do lençol freático, o que colaborou e muito pelo sucesso do projeto.

Hoje o projeto do produtor é tratado como um grande exemplo em Uberaba e no Estado de Minas, encontrando o respaldo do próprio Sindicato Rural, IEF e do Instituto Agronelli, onde a parceria agora será levada aos pequenos produtores rurais de Uberaba.

Marco Túlio Paolinelli já comprou outra propriedade ao lado da sua e já está implantando o mesmo projeto, bem como levando toda estrutura desse trabalho a Usinas de açúcar e álcool da região do Triângulo Mineiro.